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Rossio: acampada recusa saída e comerciantes defendem Mercado de Natal na praça

Manifestantes rejeitam a transferência para três locais propostos pela Câmara de Lisboa. Preparação do Mercado de Natal fica sem solução acordada.

Praça do Rossio em Lisboa à noite, fotografia documental de 18 de março de 2022; não mostra a acampada de novembro de 2026.

Praça do Rossio, Lisboa. Fotografia de arquivo de 18 de março de 2022; não corresponde ao protesto desta terça-feira.

Imagem: Salwa Farwaneh / Wikimedia Commons · CC0 1.0Consultar fonte original
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Rossio: acampada recusa saída e comerciantes defendem Mercado de Natal na praça

Manifestantes rejeitam a transferência para três locais propostos pela Câmara de Lisboa. Preparação do Mercado de Natal fica sem solução acordada.

3 de novembro de 2026 | Redação Portugal.

A reunião de 3 de novembro

A Câmara Municipal de Lisboa recebeu representantes da Acampada de Lisboa para discutir a coexistência da manifestação pela habitação e do Mercado de Natal no Rossio. Propôs transferir o protesto para o Largo de São Domingos, o Martim Moniz ou os Restauradores. A organização rejeitou as alternativas e insiste em permanecer na praça. Segundo a autarquia, os comerciantes da Baixa defendem que o mercado se mantenha no local habitual.

Um mercado com data de abertura

A abertura do Mercado de Natal está prevista para 13 de novembro. A montagem das bancas deveria começar hoje, mas a localização continua em disputa. A situação envolve comerciantes, trabalhadores, fornecedores e visitantes. Não há avaliação pública suficiente para afirmar quantos empregos ou receitas estão em risco: isso terá de ser apurado junto das entidades responsáveis.

Os limites da sentença judicial

A decisão do Tribunal Administrativo de Lisboa protege a situação individual de uma manifestante, Renata Cambra, quanto a uma tenda simbólica de protesto até 24 de novembro. Não constitui licença judicial para ocupar coletivamente o Rossio sem limites. O desafio institucional é conciliar o direito à manifestação com o uso público e comercial do espaço, sem tratar reivindicações legítimas ou pequenos comerciantes como inimigos.

O que falta esclarecer

A Câmara deve explicitar se irá negociar uma solução de coexistência, se manterá os locais alternativos e que medidas tomará para minimizar prejuízos. A direção do mercado e os representantes comerciais devem apresentar dados verificáveis. Não foram documentadas agressões físicas a comerciantes na reunião de hoje; a disputa confirmada é sobre o uso da praça.

O que sabemos e o que falta confirmar

A Câmara deve explicitar se irá negociar uma solução de coexistência, se manterá os locais alternativos e que medidas tomará para minimizar prejuízos. A direção do mercado e os representantes comerciais devem apresentar dados verificáveis. Não foram documentadas agressões físicas a comerciantes na reunião de hoje; a disputa confirmada é sobre o uso da praça.

Fontes

Perguntas frequentes

Que aconteceu hoje? A Câmara Municipal de Lisboa recebeu representantes da Acampada de Lisboa para discutir a coexistência da manifestação pela habitação e do Mercado de Natal no Rossio. Propôs transferir o protesto para o Largo de São Domingos, o Martim Moniz ou os Restauradores. A organização rejeitou as alternativas

A fotografia é de hoje? Não. A fotografia é identificada como arquivo, com autoria, data e licença.

DOSSIÊ DA PEÇAATUALIZADA
PUBLICAÇÃO3 de novembro de 2026
ÚLTIMA REVISÃO3 de novembro de 2026
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